Por vezes, tu próprio tens esse ar. Ar de quem esteve adormecido anos a fio, e, de repente desperta. E aí, nesse abrir de olhos, repara no céu e no alto. Céu e alto que sempre estiveram lá. Como o pó nos móveis que ninguém vê, mas que, de qualquer forma, está lá.
Olhos bem abertos para o Mundo. Para cima. Para toda a direcção. Olhos postos nos vidros das janelas, com medo do exterior e do interior, mas medo, sobretudo, de não conhecer/sentir esse exterior.
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Por vezes, tu próprio tens esse ar. Ar de quem esteve adormecido anos a fio, e, de repente desperta. E aí, nesse abrir de olhos, repara no céu e no alto. Céu e alto que sempre estiveram lá. Como o pó nos móveis que ninguém vê, mas que, de qualquer forma, está lá.
Olhos bem abertos para o Mundo. Para cima. Para toda a direcção. Olhos postos nos vidros das janelas, com medo do exterior e do interior, mas medo, sobretudo, de não conhecer/sentir esse exterior.
Perfume.
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